Uma homenagem à todas as mulheres !


No exemplo
Lillian Weber é uma mulher de 99 anos que está fazendo uma coisa incrível que deveria ser seguida por mais pessoas.
Ela costura um vestido por dia para doar para meninas da África. Segue firme em seu desafio pessoal, costurando um vestido por dia para a causa africana Little Dresser for África, em portugûes – Pequenos Vestidos para África.
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Lillian quer chegar ao vestido número mil até seu aniversário de 100 anos, sensacional né? Ela revela que seu maior desejo é que as meninas se sintam mais bonitas com seus vestidos e assim possam se sentir melhor em tamanha pobreza.
Confira alguns lindos vestidos que foram costurados por essa senhora que ajuda a mudar o mundo. Realmente existem pessoas que se tornam especiais simplesmente por serem quem são.
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Nas artes

Casa de Vidro – Instituto Lina Bo e P.M. Bardi

A Casa de Vidro é um marco da arquitetura de São Paulo, construído por Lina Bo Bardi, em 1951, para a residência do casal. O jardim da casa, em um terreno de 7.000 m2, no Morumbi, é raro exemplo de conservação da mata brasileira.
É na Casa de Vidro que hoje funciona o Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, criado em 1990, por uma decisão pessoal de Bardi, com o apoio de Lina. O acervo pessoal, reunido pelo casal ao longo de sua vida, foi doado para o Instituto com o objetivo de promover, pesquisar e divulgar os campos da arte e da arquitetura no Brasil. É constituído de obras de arte, móveis, documentos, objetos, cerca de 7.500 desenhos de Lina e 17.000 fotografias, além do ar quivo pessoal de ambos, significativos para a cultura do Brasil.
Este acervo dos Bardi transcende o aspecto pessoal, pois carrega o raro testemunho de dedicação e generosidade para com o povo brasileiro, o interesse genuíno pelas características da nossa cultura, favorecendo a memória de uma fase importante da nossa história.
Tombada pelo CONDEPHAAT em 1987, e mais tarde também pelo IPHAN como patrimônio histórico, a casa tornou-se um ponto de visita obrigatório para arquitetos internacionais e fonte de pesquisa para estudiosos. O Instituto promove exposições, encontros, palestras, visitas, publicações e vídeos.
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Na história da Moda

Gabrielle Bonheur Chanel (1883-1971)

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Estilista francesa que nasceu na cidade de Saumur, na França, e vendia chapéus na cidade de Paris. A partir de 1925, a Chanel começou a frequentar as reuniões com as pessoas da alta sociedade e era íntima de grandes personagens como Salvador Dalí e Picasso. Quando ficou envolvida com a costura, a estilista defendia o uso de roupas mais amplas sem a utilização de faixas e corpetes.
Além disso, Chanel foi responsável pelo lançamento das roupas com tecidos xadrez, blusas de malha fina, calças boca-de-sino, jaquetas curtas, calças marinheiro, vestidos nas cores vermelho escarlate e a fragrância Chanel nº 5, um dos perfumesmais admirados em todo o mundo. A estilista gostava de criar roupas que deixassem a mulher livre e com facilidade de movimentação. Apesar disso, ela abusava no uso de acessórios.
O termo “pretinho básico” surgiu graças à Chanel que, em 1926, apareceu com um dos seus vestidos na capa da revista Vogue. Com o início da Segunda Guerra, ela fechou as portas de suas lojas e só voltou a dedicar-se ao mundo da moda em 1954. Faleceu em 1971, em Paris, e sua empresa ficou sob os cuidados de Karl Lagerfeld a partir de 1983.
Elsa Schiaparelli (1890-1973)
Estilista que nasceu na Itália e conseguiu estudar em outros países graças à condição financeira favorável de sua família. Morou um período nos Estados Unidos com seu marido, mas após o divórcio, acabou indo para a França. Como desenhava, ela começou a vender suas primeiras roupas e abriu a primeira loja em 1927 e a primeira coleção, dois anos depois.
Elsa Schiaparelli era muito amiga de diversos artistas; porém, era rival da estilista Coco Chanel. Essa desavença ocorria porque as duas possuíam estilos muito distintos. Elsa apresentava modelos considerados exóticos e diferentes, uma vez que a estilista tinha inspiração nas artes, na astrologia e no circo. Ela abusava das cores vivas, intensas e em 1938 lançou um perfume chamado “Shocking”, que tinha uma embalagem na forma do corpo de uma mulher. Na Segunda Guerra Mundial, ela se mudou para os EUA e retornou para a capital francesa após o fim do conflito. Reabriu sua loja e lançou mais alguns produtos associados a seu nome.
Na poesia
“Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira e pura, enquanto durar”. Cora Coralina]]>